ANUNCIE NO RÁDIO. FUNCIONA INDOOR E OUTDOOR.

Publicado em: 23/10/2006

O artigo de hoje pega carona num fato que teve, e continua tendo, grande repercussão no meio publicitário em todo o país: a proibição da mídia Outdoor em São Paulo pelo prefeito Kassab já a partir de janeiro de 2007. A MCR, tradicional produtora de áudio de São Paulo, está aproveitando esse fato para divulgar o rádio como excelente alternativa para o Outdoor, cartaz colado.
Por Chico Socorro

Recentemente, o jornal O Estado de São Paulo divulgou a intenção de criar um formato especial de anúncio, com as proporções do outdoor clássico – 3 m x 9 para ser veiculado espelhado, ocupando as  duas páginas centrais.
A idéia nasceu da recente proibição do Outdoor na cidade de São Paulo. Uma grande idéia. Gol de Placa da Mídia Jornal. Logo veremos como isso vai funcionar.
Agora, aproveitando a polêmica da proibição, a MCR, que vive basicamente do meio rádio, teve a idéia de lançar uma campanha chamando a atenção para o fato de que o rádio funciona , e muito bem, também na rua (Outdoor).
A frase que traduz esse conceito, é “Anuncie no rádio. Funciona indoor e outdoor”.
A campanha é composta por anúncios e peças online e inclui títulos como “Rádio é mídia de rua. E até prefeito gosta”, “Faça propaganda dentro da lei. Anuncie dentro dos carros”, “Rádio. O outdoor que o consumidor leva dentro do carro” e “Continue anunciando na rua”, esta última a primeira a ser veiculada.
A criação é da JWT,  redação de Ricardo Chester e direção de arte de Theo Rocha.
Esse “case” da MCR mostra como é preciso trazer à tona os diferenciais competitivos do rádio como mídia publicitária. E, mais importante do que isso, divulgá-los!
Somente com atitudes com essa será possível fazer com que o rádio, gradualmente, amplie a sua participação no bolo publicitário mostrado no gráfico abaixo.

COMO ESTÁ DIVIDIDO O BOLO PUBLICITÁRIO EM NOSSO PAÍS

Fonte: Projeto Intermeios

Observação: é preciso registrar que, de acordo com pesquisas realizadas pela Mapa-SC, a situação do rádio em Santa Catarina  é bem mais favorável, com uma participação estimada ao redor de 15%.


{moscomment}

0 respostas

Deixe uma resposta

Gostaria de deixar um comentário?
Contribua!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *