Bordões, Slogans & Conceitos é o quarto livro de Elóy Simões

Publicado em: 12/09/2012

Elóy Simões lança o livro “Bordões, Slogans & Conceitos” nesta quinta-feira, 13/9, às 19 horas no point dos publicitários de Florianópolis e arredores e você, com certeza, vai estar nessa, certo?

Como o Eloy tem muitos amigos, admiradores, fãs e corujistas e todos se consideram “amigos de infância” do afrodescendente. Mas ocorre que nem todos acompanharam os primeiros passos do Negão (Negão, com N grande é naquele outro sentido, que alguns eufemisticamente usam). Pois ele começou sua brilhosa e retumbante carreira agarrado na “latinha” (outro eufemismo, bah!).  Eloy Simões nasceu radialista e iniciou  carreira em sua cidade natal no interior de São Paulo. Depois foi para a Capital, virou jornalista e se consagrou  nas lides publicitárias. E fez (e continua fazendo) tudo isso porque o Criador deu uma cochilada e ele captou todos os seus poderes de criatividade, inventiva e bondade. Agora se você clicar no podcast ouvirá a entrevista de Emílio Cerri – outro que também nasceu de latinha na mão.

Emílio Cerri, editor executivo do  site Caros Ouvintes e também colaborador do AcontecendoAqui entrevistou Elóy Simões, jornalista, publicitário, escritor, professor universitário e trazendo um bate-papo sobre o 4º livro que ele estará lançando nesta 5a feira, 13/09, em Florianópolis.

O autor da obra realizada pela Editora Unisul, Eloy Simões, paulista de Cachoeira Paulista, é um nome que faz parte tanto da história do jornalismo como da publicidade, as duas áreas em que ele atua – em São Paulo e no Rio de Janeiro e desde 1992, em Florianópolis, a cidade que ele adotou para morar.

O livro está dividido em duas partes

Nas primeiras 60 páginas, o autor decreta a morte do slogan – aquela frase que os publicitários usam para fixar na cabeça do consumidor o produto que querem vender. “Na época do slogan, o publicitário criava a campanha e depois escolhia uma frase para colocar em todos os anúncios do produto. Esse slogan nascia de um raciocínio criativo. Hoje eu defendo a ideia que essa forma de criação deve ser substituída pelo conceito, ou seja, uma frase forte que o publicitário escolhe para seu anúncio, a partir das características do próprio produto-objeto da campanha”, explica Elóy.

Nas outras 200 páginas, o livro registra cerca de 5 mil slogans/conceitos utilizados pela propaganda brasileira. Desde “a margarina que veio do milho” a “liberdade é uma calça velha, azul e desbotada”, por exemplo, veiculada durante os anos de ditadura no país. E também “ame-o ou deixe-o”, “tem 1001 utilidades”, “o elefante mais amado do Brasil”, “bonita camisa, Fernandinho”, enfim, frases musicadas ou não que se fixaram na cabeça dos brasileiros e ajudaram a vender margarinas, ideias, carros, roupas, bebidas etc.

Esses 5 mil registros foram coletados em três anos de pesquisa. Em conversas com profissionais da área e em arquivos. Não passaram por nenhuma seleção, pois o objetivo foi o de justamente fazer um registro de tudo o que pôde ser resgatado – uma ideia que o autor pretende dar continuidade.

O autor

Eloy Simões é publicitário, jornalista e professor no curso de Comunicação da Unisul – Universidade do Sul de Santa Catarina. Trabalhou em algumas das mais importantes agências de publicidade do país. Foi redator, diretor de criação, diretor de operação e assessor de imprensa. Estruturou e dirigiu, durante três anos, a Departamento de Marketing do S. Paulo F.C.

Possui um extenso currículo. Em São Paulo trabalhou em vários jornais e em agências de propaganda – uma de suas campanhas, a do Chokito, é lembrada ainda hoje: “leite condensado caramelizado com flocos crocantes, coberto com o delicioso chocolate Nestlé”. Trabalhou para clientes como Nestlé, Volkswagen, Hellman’s e Ford.

Formado em jornalismo na Cásper Líbero de São Paulo, lecionou ainda nas Faculdades Objetivo, Anhembi, ESPM, ADVB\SP e Fundação Brasileira de Marketing. Participou da criação dos Prêmios Colunistas, Microfone de Ouro para a Acaert de Rádio e do Troféu Pena de Ouro para a Adjori.

Local: Risotos, Queijos e Cia (Av. Madre Benvenuta 1265 – loja 3 – anexo ao posto BR). Florianópolis, SC. (Colaboraram Beth Karam, Emílio Cerri e Antunes Severo)

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