Caros Ouvintes, mais ilhéu, mais universal

Publicado em: 21/02/2013

Quando nos dispomos a redescobrir o que outros antes perceberam, muitas vezes nos surpreendemos com a grandeza contida nos mais simples e evidentes pensamentos. É como repetir a descoberta de que a frase “o maior rio do mundo é o que passa no quintal da minha casa”, como disse alguém, é avassaladoramente verdadeiro. Minha paixão pela Ilha de Santa Catarina e sua gente; sua cultura e sua arte; seus jeitos, modos, aromas, cheiros e trejeitos; vem de longe e tem mais de meio século.

Mas, minha introdução ao manezismo é bem mais recente – coisa de 12 para 13  anos – quando recebi o título honorífico de Senador do Senatus Populusque Florianopolitanus, concedido pela Fundação Senadinho – SPQF, em setembro de 2000; e quando diplomado com a láurea concedido pela AMI – Associação dos Manezinhos da Ilha “por sua efetiva participação na vida folclórico-pitoresca e cultural da Ilha de Santa Catarina”.

Com essa “folha corrida”, o Instituto Caros Ouvintes só poderia ter nascido aqui na Ilha e voltado para o maior dos veículos de comunicação: o rádio. Daí pra frente o trabalho foi se estendendo para outros meios de comunicação e também para temas ligados às artes e cultura.

Acompanhe em nossas atualizações diárias os lançamentos já definidos, como a publicação de crônicas de Aldírio Simões e Chico Amante, dois profissionais da comunicação com forte sotaque mané.

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