Cérebro na nuvem

Publicado em: 26/10/2012

Rádio Cbn Brasil | MUNDO DIGITAL, com Ethevaldo Siqueira

Milton – Bom dia, Ethevaldo. Como vai? Ethevaldo – Bom dia, Milton; bom dia, ouvintes. Tudo ótimo. Milton – Ethevaldo, sexta-feira é dia antecipar o futuro. Você prometeu falar hoje sobre a revolução que a computação em nuvem pode fazer na vida humana por volta de 2030. Ethevaldo – Vamos lá. Em tecnologia da informação, parece que não há nada mais surpreendente do que as perspectivas da computação em nuvem. Num horizonte de 15 a 20 anos, além de armazenar praticamente a quase totalidade da informação e do conhecimento que o mundo já produziu, a nuvem poderá ser conectada diretamente ao cérebro das pessoas, segundo prevê o mais famoso futurólogo americano, Ray Kurzweil.

Milton – Para que ligar nosso cérebro à nuvem?

Ethevaldo – Kurzweil sugere essa ligação para que as pessoas multipliquem por mil sua memória e seu acervo de conhecimentos e possa utilizar, com a maior rapidez possível, as novas informações disponíveis na nuvem. O argumento básico do cientista é que nosso cérebro tem uma capacidade admirável de raciocínio criativo, mas pouca capacidade de armazenamento de informação e conhecimento. Se ligado à nuvem, o cérebro humano poderá expandir de forma exponencial sua capacidade de armazenamento de conhecimentos.

Milton – Como poderemos conectar nosso cérebro à nuvem?

Ethevaldo – Kurzweil prevê que, por volta de 2030, teremos chips robóticos microscópicos que serão implantados no cérebro e conectados a plataformas de comunicação com a nuvem. Depois de instalados os chips robóticos, eles serão reprogramados para as necessidades intelectuais de cada pessoa, criando uma espécie de neocórtex – ou novos tecidos neurais que ampliam a capacidade de nosso cérebro.

Milton – Até segunda.

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