Chegou o silêncio para Aryovaldo Huáscar Machado

Publicado em: 22/11/2012

“Mano Aryovaldo, em coma há mais de 15 dias, acaba de falecer em Florianópolis. O corpo deverá ser cremado em Balneário Camboriú, como foi seu desejo manifesto e as cinzas jogadas nas águas mansas do Rio Jundiá, na Boa Vistinha do Meleiro, lugar onde vivemos nossa infância e juventude. Fico com suas lições, seus exemplos e a valentia que me transmitiu no exercício profissional. Fico com seu modo de encarar a vida, de exercitar a cultura e o conhecimento.  Prefiro manter dentro de mim a forma sobeja de ser que ele soube demonstrar. Com ele iniciei em jornal e em rádio.  Com sinceridade, não gostaria de demonstrar tristeza e prostração – afinal os desígnios de Deus são incontestáveis e a eles todos nos submeteremos, mais dia, menos dia -, preferindo acender dentro de mim tudo o que de bom ele deixou de exemplos. Um dos exemplos, a firmeza de encarar os fatos que não podemos mudar. (Com informações de Agilmar e Aderbal machado).

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