Cinco por um real

Publicado em: 28/11/2011

Trabalho apresentado com aproveitamento na disciplina de Rádio 1 em comunicação. Orientado pela professora Helena Iracy dos Santos Neto |2008.

Karen Koerich Gerber

A rotina de quem não tem um lugar fixo para trabalhar para os passantes do centro parece fácil, já que não tem que “bater ponto” e muito menos enfrentar o chefe se chegar atrasado ou até se não chegar. Porém, a responsabilidade é maior do que parece, pois quem não trabalha não vende, e além disso: tem que chegar cedo para não perder lugar para a concorrência. No caso dos feirantes é ainda pior: saem de casa à uma da madrugada para chegarem às três horas da manhã e estarem com as barracas prontas às seis. Trabalho árduo que eles têm que fazer quase todo dia. E essa é a vida dos ambulantes em Florianópolis, que, legalizados ou não, trabalham de sol a sol, ou até melhor dizendo: de chuva a chuva, já que todas as entrevistas foram realizadas no centro da cidade em dias chuvosos. Confira aqui.

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