Podcast: Dakir Polidoro por Moacir Pereira

Publicado em: 14/07/2009
Da esquerda para a direita: George Peixoto, Antunes Severo, Moacir Pereira e Emilio Cerri.

Da esquerda para a direita: George Peixoto, Antunes Severo, Moacir Pereira e Emilio Cerri.

O jornalista Moacir Pereira, um dos principais nomes da imprensa de Santa Catarina, está lançando seu 29º livro, “Dakir Polidoro: A Hora do Despertador” (Editora Insular). Uma homenagem, segundo ele, mas de fato uma quase biografia do radialista Dakir Polidoro que por muitos anos acordou Florianópolis às 6 da manhã, consagrando-se como um dos mais festejados profissionais do rádio do sul do Brasil. Em um podcast com Antunes Severo, Emilio Cerri e George Peixoto, Moacir contou histórias sobre Dakir, inclusive algumas que não estão no livro. Clique no Play para ouvir.

6 respostas
  1. José Eli francisco says:

    Fui ouvinte de Dakir Polidoro, igual a milhares de uma época em que a Rádio Diário da Manhã chegava aos lares dos brasileiros. Com seu estilo próprio e voz nítida fazia com que todos nós tivessemos um alegre despertar.

    Parabéns Antunes. É mais um resgate.

    Você vem prestando um relevante serviço aos profissionais da área, alguns já esquecidos pela poeira do tempo ou levado por um velho vento angito. Eli Francisco .

  2. Polidoro Júnior says:

    Gostaria de agradece, em nome da família, o resgate dessa história e a preservação da nossa memória e do rádio em geral.Dakir Polidoro foi importante para a cidade, assim como outros grandes profissionais daquele época. Participei do livro também fazendo o prefácio e isso muito me orgulha. Moacir Pereira foi perfeito na descrição do perfil de Dakir Polidoro, que faleceu em 23 de janeiro de 2002. Por sorte, Florianópolis não esquece de um dos seus filhos mais ilustres.
    Polidoro Júnior- jornalista e radilista, filho de Dakir Polidoro, e que neste ano completa 30 anos de jornalismo. O início na carreira foi na Hora do Despertador.

  3. Mariana Polidoro says:

    Adorei a homenagem!
    Será uma leitura com muitas saudades e lembranças maravilhosas.
    Com certeza foi um grande radialista e um grande avô!

  4. JORGE RAMOS says:

    EU A PRINCIPIO VI QUE O SITE CAROS OUVINTES SERIA UMA BOA INICIATIVA PARA RESGATAR A HISTÓRIA DO RADIO MAIS PRECISAMENTE EM FPOLIS, MAIS COM A MINHA HUMILDE INGNORÂNCIA DE PESQUISA POUCO ACHEI SOBRE FATOS E ACONTECIMENTOS EM REGISTRO NESSE SITE,ESPERO ESTÁ ENGANADO SOBRE ESSA MINHA DISCRIÇÃO, SOU MUITO SAUDOSISTA E ADORO OUVIR AS VOZES DE OURO DAQUELA EPOCA NO RADIO, E AQUI LI E OUVIR ALGUMAS CRÔNICAS TRADUZIDAS POR TERCEIROS E NÃO AS ORIGINAIS, ISSO EU NÃO APROVO!!! GOSTARIA DE MAIS UMA VEZ ESTÁ ENGANADO SOBRE A MINHA FALTA DE CONHECIMENTO PARA AS MINHAS PESQUISAS E DIZER A VOCÊS SE É A MINHA SANTA INGNORÂNCIA QUE ESTÁ MUITO PRESENTE EM MEU EU OU É VOCÊS MESMO QUE NÃO DISPÔE DE MATERIAL ANTIGO SOBRE OS GRANDES NARRADORES DA EPOCA HEIM?
    SE EU ESTIVER ERRADO SOBRE ESSA MINHA OPINIÃO, PEÇO DESCULPAS, AGORA SE REALMENTE VOCÈS CRIARAM UM SITE APENAS PARA AGRADAR A TROIANOS ACADÊMICOS DEIXANDO DE LADO O VERDADEIRO SAUDOSISTA QUE GOSTA DAS COISAS SIMPLES E BEM ESCLARECIDAS, AI VOCÊS ME DESCULPE MAIS ESTÃO PECANDO.

  5. Antunes Severo says:

    Carto Jorge, para começo de conversa você e nós estamos com a razão. Peraí que eu explico. Começamos com o objetivo de buscar, catalogar e publicar o que fosse possível sobre o rádio de Florianópolis: gravações de áudio, fotos, textos, reprodução de recortes de jornais e revistas, o escambau, mas o que conseguimos era um nada em relação ao que foi o nosso rádio; então, começamos a garimpar depoimentos, fizemos entrevistas, digitalizamos fotos e fomos publicando. Na medida que isso acontecia – porque estávamos, como estamos na internet e a internet não tem limite – então a coisa foi se espraiando, ganhando repercussão e recebendo o apoio de outras regiões do país; hoje temos matérias de grande parte do Brasil, mas como você bem menciona é muito pouco em relação à grandeza do que os pioneiros do rádio criaram produziram e apresentaram. O que falta? Faltam registro dessa história e dessa memória. São muito poucos os que têm acervo sobre o seu próprio trabalho e de seus companaheiros de profissão. Precisamos de gente como você que vem e quuestione, mas também precisamos de que quem tenha algum material e nos informe sobre isso porque nós só precisamos digitalizar os materiais; nosso objetivo é divulgar que aquilo existe e que se encontra em tal lugar para que outros possam ver e acessar. Topas nos ajudar? então manda um e-mail para [email protected]

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