DÊ UMA CHANCE À VOZ

Publicado em: 19/09/2006

Pode ser que muita gente não tenha tomado conhecimento, mas A Voz do Brasil passou por mudanças, aliás, que datam desde 1998. A locução e o texto formal do programa radiofônico, transmitido para todas as regiões do país, começaram a abrir espaço para algo mais descontraído.
Por Ricardo Medeiros

Em 2003, a Radiobras, que comanda os primeiros 25 minutos do programa, sacramentou a locução em tom de conversa entre os apresentadores Lucas Seixas e Anelise Borges. “Queremos chegar mais perto do ouvinte. Para tanto temos que tentar conversar, dialogar com o nosso público”, confessou-me Anelise que também é editora-chefe do tempo reservado ao Governo Federal.


Da esquerda para direita: Luciano Seixas (apresentador), Helen Bernardes
(editora), Anelise Borges (apresentadora e editora-chefe), Leleco
(operador de áudio), Ana Pimenta (editora), Ginny Morais (editora).

Ela disse ainda que há um cuidado muito grande igualmente para que o texto mantenha um ritmo sóbrio, que não seja engessado. “Em nossas reuniões, após o término do programa, fizemos um balanço para analisarmos o produto final que foi para o ar, com destaque para os textos”.

Em seu noticiário, a primeira parte da Voz do Brasil não se concentra exclusivamente em divulgar o que é dito pelos governantes. A equipe de produção vai às ruas para saber a opinião dos ouvintes sobre diversos assuntos.
Com as mudanças já não são mais “19 horas” e sim “sete horas em Brasília”. O programa vai ao encontro do popular. Durante longos anos, a antiga A Hora do Brasil, prestava um desserviço ao informar o horário de uma forma abstrata, pois habitualmente em nosso cotidiano dissemos “sete horas”, tanto para nos referirmos ao período da manhã como o da noite.
E a eterna Ópera Guarani, de Carlos Gomes, música que abria o programa, ganhou outras versões. Com nova roupagem a trilha é usada em vinhetas em forma de samba, choro e capoeiras, dentre outras iniciativas.
Além de ter na apresentação Lucas Seixas e Anelise Borges (também editora-chefe), os 25 minutos da Voz do Brasil, pertencentes ao Executivo, possuem como editores Ginny Morais, Ana Pimenta, Danielle Almeida, Rosamélia de Abreu. A produção é de Helen Bernardes e Rosineide Evangelista.
Depois do tempo reservado ao Governo Federal, há cinco minutos dedicados ao Judiciário, 10 minutos ao Senado e 20 minutos para a Câmara de Deputados. Toda quarta-feira há também o “Minuto do TCU”.
Que tal uma chance à Voz? Ouça o programa e manifeste a sua opinião.


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2 respostas
  1. Wolney Galvão says:

    Oi gente, sou radialista pertenço a 96fm de Maceió-Al e estou aqui para dizer que sou super fã da voz do Brasil principalmente com o Luciano e a Kátia. A voz do Brasil tem realmente outra cara e está muito mais perto do povo, parabéns pela mundança e desejo todo o sucesso preciso a todos da RÁDIO NACIONAL. Um grande abraço.

  2. rogerio silva de oliveira says:

    a voz do brasil é muito legal, mas eu gostava das vinhetas anteriores antes da ebc , pois falava da cba cesta basica de alimentos, e pelas vinhetas que me chamavam atenção, mas tudo um dia tem de mudar e assim estamos em avanço da tecnologia e nao pode parar. a voz do brasil é bom , nota 10.

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