Folhas soltas: devaneios de um poeta lúdico

Publicado em: 15/11/2009

“Anda no ar um cheiro de folhas soltas, secas, que lembra, esquisitamente, de frases antigas, com suaves segredos e ternas recordações”. “Haverá, um dia, / Um isolamento…? / Erguer-se-á, de mansinho, / Uma muralha maior, muito maior…? // A vida diz que sim. / (Então, digamos tudo agora)”. Com essas palavras Donato Ramos abre o coração e deixa transbordar os suaves murmúrios que ao correr dos anos inebriaram tantos corações ao pé do rádio dos tempos um pouco, mas nem tanto distantes. Antes de ler sobre o livro ouça uma das crônicas na voz de Odemar Costa, outro Catarina iluminado que fez da vida uma ode à criação.

O livro de 203 páginas e 35 mil 773 palavras não só reúne o melhor do radialista, poeta, músico e conquistador de corações – no bom sentido – mas, principalmente nos faz lembrar que a vida é cheia de singeleza e é bela porque inusitada, imprevista, imprevisível porque é a expressão única do que somos e nunca o que querem que sejamos.

Donato sempre foi um nômade, um cigano, uma ave migratória, com raízes em toda parte e em lugar nenhum, mas por onde passa sempre deixa parte de sua alma que nutre amizades, acalenta carinhos, lembra suaves canções.

Folhas Soltas, como todos os seus anteriores e os próximos que virão é um livro solto no espaço, sem pai nem mãe, sem eira nem beira, que por si se impõe, se revela e vive, para sempre.

“Anda no ar um cheiro de folhas soltas, secas, que lembra, esquisitamente, de frases antigas, com suaves segredos e ternas recordações”. “Haverá, um dia, / Um isolamento…? / Erguer-se-á, de mansinho, / Uma muralha maior, muito maior…? // A vida diz que sim. / (Então, digamos tudo agora)”. Com essas palavras Donato Ramos abre o coração e deixa transbordar os suaves murmúrios que ao correr dos anos inebriaram tantos corações ao pé do rádio dos tempos um pouco, mas nem tanto distantes. Antes de ler sobre o livro ouça uma das crônicas na voz de Odemar Costa, outro Catarina iluminado que fez da vida uma ode à criação.

O livro de 203 páginas e 35 mil 773 palavras não só reúne o melhor do radialista, poeta, músico e conquistador de corações – no bom sentido – mas, principalmente nos faz lembrar que a vida é cheia de singeleza e é bela porque inusitada, imprevista, imprevisível porque é a expressão única do que somos e nunca o que querem que sejamos.

Donato sempre foi um nômade, um cigano, uma ave migratória, com raízes em toda parte e em lugar nenhum, mas por onde passa sempre deixa parte de sua alma que nutre amizades, acalenta carinhos, lembra suaves canções.

Folhas Soltas, como todos os seus anteriores e os próximos que virão é um livro solto no espaço, sem pai nem mãe, sem eira nem beira, que por si se impõe, se revela e vive, para sempre.

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