Gafes, fatos cômicos, causos e casos – 01

Publicado em: 22/07/2012

Nem tudo que conto eu vi acontecer, algumas coisas apenas ouvi contar. Sendo assim, para justificar eventuais enganos pelos quais peço desculpas, vou parafrasear o dito  italiano: se não é verdadeiro, é bem bolado.

Memória | Capítulo 19 | Rádio Clube Paranaense | Encontro de amigos

Para avivar a memória e recordar algumas passagens envolvendo radialistas, certa vez convidei para jantarem comigo três velhos companheiros de trabalho, todos profissionais meus contemporâneos e colegas na velha Rádio Clube Paranaense: Sérgio Fraga, Moacir Amaral e Mario Vendramel. Fomos ao Restaurante Rio Branco e cada qual pediu o seu prato, tendo o Mário preferido a dobradinha, saudoso dos velhos tempos em que a gente fazia refeições com muita frequência nesse restaurante do qual a Bedois ficava próxima.

Lá pelas tantas, caçando os pedaços de bucho no meio do molho, ferino como sempre, o Mário não perdoou e chamou o chefe da cozinha, genro do proprietário que não estava no momento: – Rodolfo, diga pro seu sogro que o Rio Branco continua o mesmo. Tudo continua igual. A dobradinha, por exemplo, é a mesma de sempre: muito gostosa, mas só tem meia dúzia de pedacinhos de bucho nadando numa piscina de molho! Não demorou, trouxeram à mesa uma travessa cheia de dobradinha e sem nada de molho. A reunião valeu, seja por termos lembrado de inúmeros acontecimentos cômicos dos velhos tempos, seja pela reafirmação da velha amizade que nos unia. Desse encontro resultou a lembrança de alguns dos fatos que passo a contar. Até a próxima semana.

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