Geração Z valoriza o impresso e o conteúdo distribuído de forma integrada em diferentes canais

Os hábitos dos jovens nascidos nos anos 2000 são, lógicos e digitais.

No entanto, a chamada geração Z (nascidos a partir do fim dos anos 1990) guarda tempo e disposição para a leitura de conteúdos offline, incluindo edições impressas de jornais e revistas, revela estudo da MNI Targeted Media, da Meredith Corporation, proprietária de dezenas de publicações nos Estados Unidos.

O levantamento mostra ainda que esse público sabe diferenciar as virtudes de cada meio e dá valor à informação distribuída dentro de um conceito linear nos vários canais digitais, eletrônicos e impressos.

A pesquisa, feita em parceria com as Universidades do Mississipi e Purdue, indica que 90% dos entrevistados confiam nas organizações jornalísticas quando buscam notícias. Sinaliza ainda que a Geração Z, que em 2020 deverá responder por quase 40% do mercado consumidor dos Estados Unidos, passa mais tempo lendo jornais e revistas impressos do que nas redes sociais, sites e blogs. Além disso, os jovens nascidos nos anos 2000 prestam mais atenção no que leem em papel do que acompanham na web.

A geração Z, continua a pesquisa, faz muito uso das redes sociais, mas de maneira distinta das de outras gerações. “Esses jovens usam as redes sociais para cultivar identidades e contar histórias, quase sempre dirigidas a audiências específicas”, diz o estudo. “Sabem como levar uma narrativa a pessoas adequadas e criar compromisso”.

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https://laboratoriodeperiodismo.org/puede-resucitar-la-prensa-la-generacion-z-lee-mas-ediciones-impresas-que-digitales-segun-varios-estudios/

(ANJ, 03/01/2020)

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