História de Blumenau – 42

Publicado em: 01/05/2010

Em mil oitocentos e sessenta e quatro o número de habitantes crescera. Os caminhos carroçáveis já alcançavam os trinta e sete quilômetros e meio, dentro da colônia, e as picadas para pedestres e cavaleiros atingiam os sessenta quilômetros. Já funcionava uma escola pública na sede da povoação, dirigida por von Gilsa. As escolas particulares já eram seis, assim distribuídas: duas na Itoupava Norte, a cargo de Henrique Heuer e Henrique Rischbieter; uma no Badenfurt, a cargo de Bruno Scharn; uma no Garcia, dirigida por Germano Westendorf; uma na sede da colônia, sob a direção do Pastor Hesse e mais uma dirigida pelo vigário Padre Gattone.

Nessa época surgiram nos jornais da Alemanha novas e acirradas campanhas contra a imigração para o Brasil. Um dos mais atuantes e talvez o principal mentor dessas campanhas foi o antigo cônsul geral Sturz – justamente um dos grandes motivadores do Dr. Blumenau no início de tudo. Acontece que agora estava a serviço de empresas colonizadoras do Chile. Por conta disso escrevia as mais descabidas mentiras sobre as condições de vida no nosso país. Com o mesmo ardor com que influíra em mil 1846, para a vinda do Dr. Blumenau, combatia seu governo e, principalmente, a vinda de alemães para o Brasil.

Sturz conseguiu formar uma ambiente francamente hostil na Europa, especialmente contra à emigração para o Brasil. Dr. Blumenau resolveu, então, depois de contatos com o Governo Imperial, ir à Alemanha. Trataria, pessoalmente, de minimizar os efeitos e por fim à campanha desmoralizadora, intento conseguido em janeiro de 1865. Nesse momento já surgia na colônia um movimento tendente a melhorar as condições do transporte de cargas e passageiros pelo rio Itajaí à Colônia do Sacramento. Pretendia-se atingir a futura cidade-porto com uma linha de navios a vapor. O autor da petição junto ao Governo Imperial foi o colono Fernando Ebert.

No próximo capítulo: Dr. Blumenau priorizava a melhoria das comunicações por terra.

Em mil oitocentos e sessenta e quatro o número de habitantes crescera. Os caminhos carroçáveis já alcançavam os trinta e sete quilômetros e meio, dentro da colônia, e as picadas para pedestres e cavaleiros atingiam os sessenta quilômetros. Já funcionava uma escola pública na sede da povoação, dirigida por von Gilsa. As escolas particulares já eram seis, assim distribuídas: duas na Itoupava Norte, a cargo de Henrique Heuer e Henrique Rischbieter; uma no Badenfurt, a cargo de Bruno Scharn; uma no Garcia, dirigida por Germano Westendorf; uma na sede da colônia, sob a direção do Pastor Hesse e mais uma dirigida pelo vigário Padre Gattone.

Nessa época surgiram nos jornais da Alemanha novas e acirradas campanhas contra a imigração para o Brasil. Um dos mais atuantes e talvez o principal mentor dessas campanhas foi o antigo cônsul geral Sturz – justamente um dos grandes motivadores do Dr. Blumenau no início de tudo. Acontece que agora estava a serviço de empresas colonizadoras do Chile. Por conta disso escrevia as mais descabidas mentiras sobre as condições de vida no nosso país. Com o mesmo ardor com que influíra em mil 1846, para a vinda do Dr. Blumenau, combatia seu governo e, principalmente, a vinda de alemães para o Brasil.

Sturz conseguiu formar uma ambiente francamente hostil na Europa, especialmente contra à emigração para o Brasil. Dr. Blumenau resolveu, então, depois de contatos com o Governo Imperial, ir à Alemanha. Trataria, pessoalmente, de minimizar os efeitos e por fim à campanha desmoralizadora, intento conseguido em janeiro de 1865. Nesse momento já surgia na colônia um movimento tendente a melhorar as condições do transporte de cargas e passageiros pelo rio Itajaí à Colônia do Sacramento. Pretendia-se atingir a futura cidade-porto com uma linha de navios a vapor. O autor da petição junto ao Governo Imperial foi o colono Fernando Ebert.

No próximo capítulo: Dr. Blumenau priorizava a melhoria das comunicações por terra.

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