HISTÓRIA DE BLUMENAU

Publicado em: 30/04/2007

A história dos meios de comunicação de Santa Catarina, em si mesma é a nossa história. A história da gente e das organizações catarinenses. Somos uma teia, uma rede, um universo único. Pois hoje começamos a contar também a história do filósofo alemão Hermann Bruno Otto Blumenau, fundador da cidade brasileira de Blumenau, situada no vale do Rio Itajaí-Açu no estado de Santa Catarina.
Por Antunes Severo

Este é o trabalho de um dos mais recentes integrantes da equipe de colaboradores voluntários do Instituto Caros Ouvintes: o comunicador Vilarino Wolf. Poeta, radialista, jornalista e historiador, Vilarino vive intensamente as suas raízes Catarina. Nascido em Lages, meio criado em Porto Alegre, hoje reside e trabalha em Blumenau, onde continua poetando, agitando projetos culturais, cutucando a política e fazendo o mais gosta: produzir e apresentar seus programas no rádio.
A história de Blumenau aqui será contada em episódios de dois a três minutos narrados pelo próprio Vilarino. A titulo de apresentação hoje destacamos o episódio em que o jovem Hermann para estudar e trabalhar ao mesmo tempo precisava lavar os pés dos seus patrões.
:: Com a palavra Vilarino Wolf, ouça aqui
Ficha técnica:
Rádio Nereu Ramos de Blumenau AM 760. Programa que veicula o espaço: Opinião Pública – vai ao ar das 14 às 17h, de 2a. a 6a. feira. Título do quadro: Blumenau Ponto a Ponto – da saga do imigrante aos nossos dias; horário de veiculação: entre 15 e 15h15min. Entra um capítulo por semana, também, no Sábado Mix – programa que produzo e apresento das 5 às 8h. Mais informações estou às ordens.
Matéria publicada no Caros Ouvintes
DUPLA CIDADANIA PARA VILARINO WOLF
Vilarino, na verdade é cidadão do mundo. Nasceu em Lages por uma dessas contingências da vida, mas nunca ficou quieto no seu canto. Desde guri, especulava tudo. Grandote, ainda na escola vivia bisbilhotando os abismos insondáveis que moram nas bibliotecas, nas esquinas da vida, nos campos ondulados das coxilhas do Planalto Serrano. E sempre que saia nas manhãs de Semana Santa, voltava com maços de marcela florida, amarelo-ouro, para os chás caseiros que a tradição familiar conserva até hoje.
Por Antunes Severo

0 respostas

Deixe uma resposta

Gostaria de deixar um comentário?
Contribua!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *