Smartphone é capaz de analisar comportamento

Publicado em: 22/08/2014

MILTON – Bom dia, Ethevaldo, como vai?

ETHEVALDO: Bom dia, Milton, bom dia, ouvintes. Tudo ótimo.

MILTON – Ethevaldo, hoje é sexta-feira, dia de falarmos sobre o futuro e você prometeu falar sobre as tecnologias do futuro segundo o MediaLab.

ETHEVALDO: Vamos lá, Milton. Em primeiro lugar, MediaLab é o mais famoso laboratório de pesquisas de novas tecnologias digitais ligado ao famoso MIT.

Entrevistei na semana passada um de seus diretores, o professor Joichi Ito sobre a contribuição desse laboratório do MIT para o futuro das comunicações.

MILTON – Aliás, o MediLab tem dado muitas contribuições nessa área, não?

ETHEVALDO: Muitas, Milton. Podemos recordar algumas inovações que nasceram no MediaLab. Entre elas:

• Tinta eletrônica que está nas telas de tablets e e-readers como o Kindle, o Sony Reader ou E-Nook.

• Ou o áudio MPEG-4.

• Ou o conteúdo do filme futurista Minority Report, de Spielberg.

• Ou o LEGO, o jogo educativo de blocos.

• Ou as próteses de pé e tornozelo que imitam pés biológicos.

• Ou ainda os City-cars, que são carros elétricos, dobráveis e empilháveis comercializados pela DenokInn sob a marca Hiriko

O mais extraordinário, no entanto, Milton, serão as inovações que virão nos próximos meses ou anos.

MILTON – Que inovações serão essas?

ETHEVALDO: O MediaLab desenvolve atualmente, cerca de 350 projetos que cobrem inovações como:

• Tecnologias da imagem que nos permitirão ver o que está além da virada da esquina;

• A melhoria profunda na vida das cidades, com as dezenas de projetos ligados às cidades inteligentes ou smart cities.

• Smartphone que fazem a análise remota do comportamento dos usuários e indicam o agravamento de sintomas de doenças mentais. Os smartphones podem fazer um mapa dos padrões de comportamento dos usuários, como a frequência e o tom das chamadas, a localização, o uso compulsivo de alguns aplicativos e outros.

• Ou um Sistema que protege a privacidade dos dados pessoais e, em especial, dos dados que ficam armazenados no telefone celular.

• Estúdio para ensinar a fazer: é a educação do realizador ou fazedor – um estúdio que recebe estudantes universitários para ensiná-los de forma prática a projetar robôs, websites, jogos, dispositivos médicos, tecidos, entre outras coisas.

MILTON – Até segunda

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