Memórias do Rádio – 01

Publicado em: 18/06/2007

Rádio e adolescência, em mim, se misturam.  Da Tarde musical Eldorado ao Telefone pedindo bis. Da Terra da boa esperança do Francisco Alves ao Chega de saudade do João Gilberto, passando pelo Tomo banho de lua, da Cely Campelo.
Por João Chamadoira

Da festa do Programa César de alencar (antes, claro, do dedo-durismo dele a serviço dos miliatares) à reflexão das crônicas lidas por Paulo Autran e Walter Forster.
Das vozes inesquecíveis da Silvinha Teles (Eu sei que te amar…); da Dolores Duran (Hoje eu a rosa mais linda que houver…), da pequenina meio desafinada, mas afinada e sensível voz da Nara Leão, Podem me bater, podem me prender…; do João Gilberto e Não, Não chega de saudade – viva a saudade; Carlinhos Lyra e do Lobo bobo; do Edu Lobo e o Upa, Neguinho na Estrada; da Alaíde Costa e o Hoje a noite não tem luar…
Isso sem falar das coisas do esporte. Mas isso fica para outra vez.

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