Mulheres do Brasil, uni-vos! Abaixo o Dia das Mulheres!

Publicado em: 07/03/2012

Imagem Google

Pode ser tolice, basbaquice, maluquice, babaquice. Tudo bem. Aceito a pecha. Afinal, já disse Fernando Pessoa, tudo vale a pena quando a alma não é pequena.   Importa é que na pior das hipóteses, permaneça o desafio: Mulheres do Brasil, uni-vos! E que essa corrente contagie as americanas das três américas, as europeias de todas as europas – das ocidentais às orientais – e daí por final e todo o sempre; e em todas as partes em que elas pisem, estejam onde estiverem e sejam quais forem as circunstâncias. Nós homens, serenos e convictos seremos  agradecidos – e, tenham certeza, nada de bondade – é porque só assim sobreviveremos.

Para ficar somente no campo de visão deste observatório do rádio e da televisão – que somos nós aqui do Caros Ouvintes – por que mexer nesse assunto tão velho, batido, sofrido e maltratado através dos tempos, logo na véspera do dia em que a hipocrisia nacional se empertiga e entra em forma para saudar a “mais divina e santa das criaturas”: A Mulher!

Mulher mãe, irmã, amada, tia, avó, doméstica, empregada, capacho e vítima de uma sociedade sem escrúpulos e perspectiva, essa é a dolorosa realidade.

Sim, sei. O tema é amplo e complexo, mas nem por isso inabordável, pois está à vista de todos, em qualquer canto onde se viva, bem como nos meios de comunicação.

Como, por exemplo, nos bilhões de telas da rede mundial de computadores com registros como esse das blogueirassfemininas.com:

“Temos uma coleção de exemplos de machismo na mídia: todos os dias as mulheres são ofendidas em publicidade, em “piadas” de programas humorísticos, em telejornais, em blogs e portais da internet. E quando nós mulheres tentamos exercer nosso direito ao contraditório, à livre manifestação de opinião, ainda sofremos com ameaças de processo judicial! Porque a lei que regula essa liberdade nos meios de comunicação hoje é anacrônica, pra dizer o mínimo. Além disso, existe uma cultura política de se acreditar que a atual legislação é inalterável, e qualquer mudança que inclua equidade de gênero ou qualquer outro direito humano, é vista como uma limitação à liberdade de expressão e censura”.

Anime-se mulher. Amanhã não será seu dia. Seu tempo é hoje, agora, neste instante. Eternamente.

1 responder
  1. Luiz Gonzaga Galvão says:

    Mano,
    Axo qui u mági corrétu nu Titro éra :”Muiéris du Brazile uni-vus! Kádiquê uzimbecix já extão”… .
    É craru,ô concordu im generu,numboru i gral kux ixcritu daí… .Sá kadiquê?:Elax(as muié) são ax nossax Kôzax Lindeas… .
    Inté.Abraçuz e Bijoux.

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