O descanso do guerreiro

Publicado em: 24/01/2009

Entre as coisas maravilhosas que a tecnologia facilita ao homem uma delas é a oportunidade de ampliar relacionamentos, de conviver bem com os nossos semelhantes. Conheça Josué Maranhão.

Esta semana caiu nas malhas do redator de plantão o artigo que fala de uma figura super badalada, mas de um ângulo absolutamente pessoal e jornlísticamente muito competente.

Conhecido o artigo faltava localizar, conhecer e contatar com o autor. Missão cumprida, aqui está o perfil do guerreiro que curte com todo o vigor dos anos vividos o privilégio e o sabor da idade madura.

O artigo selecionado, está programado para a próxima edição de nossa carta semanal que estará percorrendo o planeta na manhã da segunda-feira, 26/1.

Seu autor, JOSUÉ MARANHÃO, jornalista e advogado aposentado. Iniciou-se no jornalismo, em Natal, na década de 1950. Atuou no Nordeste durante 15 anos, tendo exercido diversas funções em redações de jornais. Formado em direito pela UF-RN, advogou em Natal e foi juiz em Recife, nos anos 1960 e 70. Em São Paulo, trabalhou como advogado durante mais de 20 anos. Mudou-se para o exterior há mais de uma década. Morou na Indonésia e na Malásia e viajou pelo mundo afora. Reside em Boston (EUA) desde 1997. Voltou ao jornalismo, como colunista da revista eletrônica “Última Instância” e com um blog independente. É autor de “Acta Trabalhista” (1997), “Jacarta, Indonésia”(2005), “Fazer a America”(2006) e “Repórter à Moda Antiga” (2008). Casado, é pai de cinco filhas, tem um neto e duas netas.

Ao Josué, pela generosidade e carinho com que nos atendeu, selecionamos e lhe oferecemos o poema postado na Web por Frassino Machado.

O DESCANSO DO GUERREIRO
A um dos notáveis lusos
do Século XXI

Metido há muito em descanso
Onde a paz o alimenta
Um Special One em avanço
Revolve a alma sedenta.
Imenso sonho projecta
Num oceano ardiloso
Homem repleto de gozo
Onde mais ninguém o afecta.

Fogem dele os conformados
Em cenas incompreensíveis
Lutar, só os predestinados,
Isentos e imprevisíveis:
Xeque-mate aos marafados.

José, levanta-te e combate
Onde mais ninguém ousará,
Sê igual a ti, ó magnate,
Em cada luta d’ amanhã !

Frassino Machado
In O TRIPEIRO

Em tempo 1: por uma dessas circuntâncias que só a convergência nos permite, este redator escreve da rua em que funcionou o primeiro matadouro municipal de Florianópolis, no Bairro do Estreito que por muito tempo garregou a pecha de ser o bairro dos Tripeiros.

Em tempo 2: volte na segunda-feira e leia o artigo.

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