O glabro Esperidião em ‘AMIN 30 anos depois’

Publicado em: 08/07/2013

 

Pasquim nº 764, de 16/2 a 22/2/1.984

Chamar o personagem em um artigo de jornal de glabro só poderia ser mesmo coisa do cartunista Jaguar. E mais: o artigo teria que ser publicado no Pasquim. Como foi. Como de fato aconteceu. E muito mais: o artigo teria que ir parar num livro – histórico, contundente, revelador, nas prateleiras das livrarias e nas mãos de leitores mais esclarecidos.

Passado o impacto da enchente catastrófica, recuperadas as perdas – nem todas, mas bem mais do que poderia nossa vã filosofia aceitar – começa a construção do livro. “Informado da existência da obra a Editora Codecri (Companhia em Defesa do Crioléu, idéia do cartunista Jaguar, um dos fundadores e principais redatores de O Pasquim), manifestou interesse na publicação.

Passa o tempo e o livro não sai. Gorou. Morreu na casca. O Moa (Moacir Pereira), desencantado guarda os originais. Mais tempo rolando, anos passando, os originais mofando. Pior, perdidos.

Para sempre? Claro que não. Esta é uma história que se presa: tem, ao final, um final feliz.

Passados quase 30 anos, o Moa encontra os originais – amarelados, meio embolorados, um pouco mofados, mas… legíveis. E então, daqui pra frente é comprar o livro, ler e se fartar com o brilhantismo de mais esta produção, 36a. de Moacir Pereira. 25a. editada pela Insular do Nelson  Rolim de Moura.

Antes, porém, ouça parte da entrevista concedida pelo Moacir aos acadêmicos Nícolas David e Thaís Teixeira e caroneada por este locutor que vos fala.

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