O que faltou no celular

Publicado em: 18/09/2012

Rádio Cbn Brasil | MUNDO DIGITAL, com Ethevaldo Siqueira

– Bom dia, Ethevaldo. Como vai? – Bom dia, Milton; bom dia, ouvintes. Tudo ótimo. – Ethevaldo, quais foram os avanços que o iPhone 5 já poderia ter incorporado, mas que foram adiados para as próximas gerações? – Vários, Milton. Em primeiro lugar, a melhoria da comunicação verbal do SIRI, inclusive em português. Em segundo lugar, a comunicação de curta distância NFC (Near Field Communications), para permitir pagamentos eletrônicos. Já existem smartphones com esse recurso, como é o caso do Galaxy S III da Samsung e do Sony Xperia. Você aproxima o aparelho a 2 ou 3 cm de um terminal de pagamento e transfere os valores para a compra de produtos ou serviços.

 

Milton – E que outros avanços poderiam ter sido incorporados ao iPhone 5?

Ethevaldo – Eu lembraria de mais quatro, Milton: biometria, memória maior, carregamento de bateria sem fio e tela ainda maior. Vejamos cada um deles:

Biometria – A identificação por características de nosso corpo, como impressões digitais, comando de voz, fisionomia ou outra, para desbloqueio.

Memória de 128 GB – Poderia ter chegado um aparelho com essa capacidade de armazenamento. O iPhone não permite a expansão de memória nem com um cartão de memória SD.

O carregamento sem fio – Já é uma tecnologia disponível em alguns tablets e smartphones, Milton. Poderia já estar no iPhone.

Tela ainda maior – Poderia competir diretamente com o Galaxy S III e com o Motorola Razr Maxx. Não custava aumentar mais 1 cm, Milton.

Milton – Você acha que tudo isso virá numa próxima geração do iPhone?

Ethevaldo – Acho que tudo isso deverá vir, se não na próxima geração, com certeza nas próximas.

Milton – Até amanhã.

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