O radiojornalismo de Santos – 1

Publicado em: 21/01/2008

A partir desta semana, estarei participando como colaboradora deste site Caros Ouvintes. Pretendo contar fatos e histórias de emissoras de rádio aqui da região sudeste, mais precisamente da cidade de Santos onde moro.
Por Rúbia Vasques

Estou motivada a escrever porque defendi em 2005 minha tese de doutorado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), que fica na cidade de São Bernardo do Campo. Meu objeto de estudo era o jornalismo praticado pelas emissoras de rádio com sede na cidade de Santos, que fica no litoral do Estado de São Paulo.
A banca foi de peso não apenas para a Comunicação Social como também para o radiojornalismo. Minha orientadora foi a Dra. Cicília Krohling Peruzzo a quem sou muito grata pela atenção e paciência e a banca avaliadora foi constituída por Dr. José Marques de Melo, Dra. Sônia Virgínia Moreira, Dra. Graça Caldas e Dr. Antonio Adami.

Já a banca de qualificação teve um toque especial com a participação da professora de radiojornalismo Dra. Gisela Swetlana Ortriwano (falecida em 19 de outubro de 2003), a quem presto minha homenagem e meus agradecimentos pelas orientações e carinho, não apenas ao Rádio (que sempre escreveu com letra maiúscula) mas aos alunos e co-orientandos. A banca foi ainda constituída pela orientadora professora Dra. Cicília Krohling Peruzzo e Dra. Graça Caldas.

Na minha tese tive a grata oportunidade de contar a história das emissoras locais. Por ter trabalhado em algumas delas no período de 1986 a 2000 (Rádio Atlântica, Cultura AM e FM, Enseada, Tribuna FM e Litoral), e até hoje me interessar pelos seus rumos, conheci e vivenciei um pouco desta parte importante do rádio local, suas mudanças, contratações, demissões e venda de algumas emissoras.
Contar e atualizar um pouco desta história é um presente que ofereço a todos os radialistas e jornalistas com os quais tive a oportunidade de trabalhar desde que cheguei à cidade de Santos em 1986. Apesar de ser mineira da cidade de Itajubá fui muito bem acolhida aqui. E por trabalhar em rádio, (onde a sonoridade das palavras é fundamental), precisei cuidar do sotaque sempre cantado dos mineiros e os erres exagerados na pronúncia de palavras.
Mas isso, fica para a nossa próxima conversa.
 


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