Papo Livre – 83

Publicado em: 20/02/2010

Naquela fase áurea do nosso Rádio, nos anos 50 e 60, Sérgio Fraga fazia sucesso com o seu programa de auditório que se chamava “Programa Sérgio Fraga”, e era apresentado nas noites dos domingos. Um dos cantores de sucesso na época usava o pseudônimo de Escovinha e tinha por slogan “o rei da bossa”. Certa vez, o auditório como sempre lotado, ao anunciar o cantor Escovinha – o rei da bossa, o Sérgio Fraga se atrapalhou e trocou o último esse da palavra bossa por um T, saindo-se com uma palavra na época considerada grosseira, cujo uso em público era proibido.

O Fraga anunciou assim:

– “E agora, para o aplauso de nosso auditório, Escovinha – o rei da bos…!” E largou a palavra que a todos espantou. O reinado de Escovinha foi por água abaixo… ou esgoto abaixo.

O Fraga ficou vermelho e o público não se conteve e não parava de gargalhar.

Coisa parecida fez o Moacir Amaral que apresentava um programa de auditório juntamente com o Mano Bastos. Mano Bastos me antecedeu no cargo de diretor artístico da Bedois. O Moacir entrava primeiro no palco, cumprimentava o público e, em seguida, anunciava o seu companheiro dizendo: – E agora, com vocês, Maaaano Bastos.

Certa vez, a apresentação saiu assim:

“E agora, com vocês, Maaaaano Bos…!” E também largou a palavra proibida.
Muitas gargalhadas da platéia e o Mano Bastos louco da vida.

Este nosso Papo Livre é reproduzido no site www.carosouvintes.org.br do meu amigo Antunes Severo. Esses causos estão também no meu livro “O Rádio do Paraná – Fragmentos de Sua História” sobre o qual vocês encontram mais informações diretamente na Editora Instituto Memória – Telefone 3352-3661.

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