Rádios comunitárias: duas realidades no ar

Publicado em: 29/11/2008

Documentário em rádio que compara a trajetória e a forma de atuar de duas emissoras comunitárias da Grande Florianópolis: a Rádio 98 FM (antiga Luar), de São José, e a Rádio Campeche, de Florianópolis. O objetivo do trabalho foi verificar, a partir de duas experiências locais, se a programação dessas emissoras é realmente voltada para a comunidade. O TCC da acadêmica Daniela Machado Olegário do curso de Comunicação da Faculdade Estácio será apresentado no dia 4/12, às 21 horas.
 

 

3 respostas
  1. Inácio Rohden says:

    É muito interessante esse trabalho. Já fiz estudos nesse sentido. Senti uma certa dificuldade no cumprimento real do objetivo das Rádios Comunitárias. Devido a dificuldade para a manutenção dos serviços, elas acabam esbarrando e se igualando à programação das rádios comerciais.
    ‘O radiojornalismo em emissoras FM: o caso do Sistema103 de Rádios no Extremo Oeste de SC’. Esse é o tema do meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), pelo Curso de Comunicação Social, Habilitação em Jornalismo, da Universidade do Oeste de SC (Unoesc), Campus de São Miguel do Oeste. A apresentação será dia 02/12/08, às 20h.

  2. J.Pimentel says:

    Poucas, muito poucas mesmo atendem as exigências legais de emissoras comunitárias. Hoje,a maioria das concessões é para entidades de fachada dominadas por políticos e religiososo, sobretudo os evangélicos. Equivocada, desde sua concepção, as verdadeiras rádios comunitárias não têm como se manter. Teóricamente viveriam das doações comunitárias e dos tais “patrocinios culturais”. São trés os problemas que inviabilizam as comunitárias: religiososo, políticos e radialistas frustrados. São esses três grupos que dominam o mercado dessas rádios.Creio que elas todas devem ter seus registros cassados e as novas concessões deveriam ser dadas às comunidades verdadeiramente necessitadas desse tipo de comunicação e só então seria criada uma associação local para gerí-la, dentro da lei, com projetos de financiamento aprovados, através de ONGs ou dotação orçamentária. Hoje, quando CNT, BAND e RECORD cedem a maior parte de seus horários para religiosos, prova cabal da incompetência dos donos de meios de comunicação e da exploração religiosa dos fiéis,não podemos imaginar como as rádios comunitárias poderão sobreviver apenas de contribuições legais.

  3. Márcio Guedes says:

    Que comentário mais infeliz deste cidadão J. Pimentel.

    Até respeito a posição dele e concordo em algumas coisas.

    Quero ver ele manter uma rádio comunitária sem propagandas. Via ver que esta frustração que ele cita, é um espelho para o mesmo. Talvez, ele tenha tentado conseguir abrir uma e não deu certo.

    Quanto aos programas religiosos, muitas rádios são boas e apresentam bons conteúdos, hoje, as rádio evangélicas ou católicas, colocam no ar programa de notícias, entrevistas, musicas de qualidade e tantas outras coisas.

    Comentário preconceituoso e cheio de paradígmas. Acorda amigo, o mundo evolui.

    Estava navegando pela internet e adorei conhecer este site carosu ouvintes, parabéns.

    Pna foi deparar-me com uma declaração desta!

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