Raul Caldas Filho e A Ilha dos Ventos Volúveis

Publicado em: 09/12/2011

Jornalista, ficcionista, biógrafo e cronista com passagem – histórica – pelo rádio, o francisquense   Raul Caldas Filho chega às livrarias – e ao nosso coração, por que não dizer? – com a saborosa saga vivida n’A Ilha dos Ventos Volúveis.  Ao abrir o livro, de imediato o leitor já encontra na sobre capa a apresentação de dois jovens que chegam a Florianópolis, em meados de 1940, em busca de novos horizontes. A partir daí, esclarece o autor, o leitor desse livro empreende uma verdadeira viagem rememorativa a então menor capital brasileira, Florianópolis, erguida sobre a bela e extensa ilha, com a sua paisagem deslumbrante, sua majestosa ponte, seus ventos instáveis, seus aromas e sonoridades, suas ruas estreitas, igrejas, praças e jardins. Uma bem urdida trama se desenrola na pequena cidade; pequena, mas já com a fama de local “onde  as paredes têm ouvidos” e “um olho invisível” que a tudo parece acompanhar. Assim é que esses observadores privilegiados logo descobrem que os moços recém chegados se envolvem com as belas netas de um rico comerciante, cujo genro, Altamiro de Souza – que assumira os negócios do sogro, já em idade avançada – era também um dos homens mais influentes e poderosos da cidade. Seguem-se, então, disputas políticas, paixões, traições amorosas, rivalidades, mexericos, preconceitos, nomes reais que se misturam aos personagens e conflitos de gerações literárias, dão o necessário tempero à trama que se desenvolve em diversos ambientes sociais, tendo como décor, além da luxuriante natureza, bares, restaurantes, clubes  e lupanares.

O livro é um lançamento da Editora Insular e já está  nas livrarias e pela internet.

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