Tecnologia traz cada vez mais riscos à privacidade

Publicado em: 26/08/2014

MILTON – Bom dia, Ethevaldo, como vai?

ETHEVALDO: Bom dia, Milton, bom dia ouvintes. Tudo ótimo.

MILTON – Ethevaldo, como você avalia os riscos que a tecnologia traz à privacidade?

ETHEVALDO – Esses riscos são cada dia maiores, à sua privacidade. Parece que a bisbilhotice está solta em um mundo hoje com 7 bilhões de celulares, 3 bilhões de internautas e uma cidade como São Paulo com mais de 3 milhões de câmeras a vigiar cada passo das pessoas.

E no futuro serão ainda mais dispositivos móveis, como tablets, dezenas de milhões de minicâmeras embutidas, nos prédios, nas casas, nas ruas e até nos óculos inteligentes do tipo Google Glass. Não precisamos á sabemos o que pode acontecer nas redes sociais, e na comunicação telefônica.

Não bastassem todos esses pesadelos, vemos crescer o número de drones, essas máquinas voadoras sem piloto, que sobrevoam, fotografam e filmam cidades – quando não despejam bombas.

E agora temos mais um risco nesse universo de máquinas digitais, Milton.

MILTON – Que risco é esse?

ETHEVALDO – São os microssatélites de órbita baixa, que bisbilhotam nossa vida, porque dispõem de minicâmeras e podem filmar tudo que acontece em cada metro quadrado de cada país.

É claro que eles podem prestar bons serviços. As imagens captadas podem ter muita utilidade para empresas de seguro, que acompanham a situação de lavouras e propriedades, antes e depois dos contratos, para comprovar a ocorrência e os danos causados desastres naturais.

Isso significa que os microssatélites podem ser bons e maus ao mesmo tempo. Como quase toda tecnologia, os microssatélites podem ser bem ou mal utilizados.

MILTON – Até amanhã.

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