Trinta anos sem Miramar

Publicado em: 21/10/2004

Uma dor no peito que se repete todo o dia com a crescente destruição da identidade da “Ilha dos Casos e Ocasos Raros”
Por Antunes SeveroNa faina de buscar as raízes que sustentam a alegria de se viver nesta cidade, o projeto Caros Ouvintes, assustado com o fechamento do Ponto Chic e com a ameaça de descaracterização da sede do Senadinho, foi buscar palavras de compreensão de quem, embora não sendo nativa, também ama este chão: a historiadora criciumense Marilange Nonnenmacher.

A professora Marilange é o que se pode considerar uma arqueóloga da alma da cidade: graduou-se em história na UDESC com o TCC Memórias da Má Fama: Rua Conselheiro Mafra (1970-1998). É Mestre em História pela UFSC com a dissertação “Um Lugar de Memória”: Rua Conselheiro Mafra no século XX e agora trabalha na conclusão da tese de Doutorado também no Programa de Pós-Graduação da UFSC sob o título: “Espaços Soterrados: um estudo sobre as ressignificações do Bar e Atracadouro Miramar”.

Do encontro com a professora Lange – como gosta de ser chamada – resultaram dois textos que os amantes desta ainda pacata cidade não podem (ou não devem) deixar de ler, refletir e reagir.

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