Um brasileiro na história da máquina de escrever

Publicado em: 23/04/2010

Francisco João de Azevedo, eclesiástico e inventor brasileiro, nasceu na Paraíba em 1800 e morreu no mesmo Estado, a 26 de junho de 1880. Começou a vida como tipógrafo, ingressando depois no Seminário do Recife, onde se tornou padre.

Foi durante vários anos professor no Arsenal da Marinha de Pernambuco. Construiu uma máquina taquigráfica e, em 1851, apresentou na Exposição Industrial e Agrícola da Província de Pernambuco, no Rio de Janeiro, sua “máquina de escrever”, conquistando a Menção Honrosa. Ainda que tenha sido este invento o maior sucesso na exposição, não conseguiu ele o auxílio do governo imperial, que solicitara a fim de aperfeiçoar-se no estrangeiro.

Mais tarde, convidado por um agente de negócios para ir aos Estados Unidos, recusou-se devido a idade e sua pouca saúde, confiando aquele o seu invento. Anos depois, sua máquina surgia com as modificações e reformas que aconselhara ao agente de negócios, ao mesmo tempo em que recebia de volta o seu “mecanógrafo”, sem as peças essenciais.

Ernani Macedo de Carvalho escreveu mais tarde que “uma investigação rigorosamente científica nos anais e relatórios da “Primeira Exposição Nacional” de 1861 traria luz sobre esta invenção e reivindicaria para o Brasil a glória desta descoberta, promovendo também a reparação da injustiça feita com o padre Francisco João de Azevedo.

Colaboração de Ivan Dorneles Rodrigues – PY3IDR e-mail: [email protected]

Francisco João de Azevedo, eclesiástico e inventor brasileiro, nasceu na Paraíba em 1800 e morreu no mesmo Estado, a 26 de junho de 1880. Começou a vida como tipógrafo, ingressando depois no Seminário do Recife, onde se tornou padre.

Foi durante vários anos professor no Arsenal da Marinha de Pernambuco. Construiu uma máquina taquigráfica e, em 1851, apresentou na Exposição Industrial e Agrícola da Província de Pernambuco, no Rio de Janeiro, sua “máquina de escrever”, conquistando a Menção Honrosa. Ainda que tenha sido este invento o maior sucesso na exposição, não conseguiu ele o auxílio do governo imperial, que solicitara a fim de aperfeiçoar-se no estrangeiro.

Mais tarde, convidado por um agente de negócios para ir aos Estados Unidos, recusou-se devido a idade e sua pouca saúde, confiando aquele o seu invento. Anos depois, sua máquina surgia com as modificações e reformas que aconselhara ao agente de negócios, ao mesmo tempo em que recebia de volta o seu “mecanógrafo”, sem as peças essenciais.

Ernani Macedo de Carvalho escreveu mais tarde que “uma investigação rigorosamente científica nos anais e relatórios da “Primeira Exposição Nacional” de 1861 traria luz sobre esta invenção e reivindicaria para o Brasil a glória desta descoberta, promovendo também a reparação da injustiça feita com o padre Francisco João de Azevedo.

Colaboração de Ivan Dorneles Rodrigues – PY3IDR e-mail: [email protected]

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