Um jubileu pra comemorar

Publicado em: 07/04/2013

“O fato maior é que, a partir de hoje, a Federação Catarinense de Futebol de Salão tem, fundamentada, a sua própria história para contar”, desabafa o autor em editorial de apresentação do livro Futsal em traje de gala, em 2007.

Maury Dal Grande Borges*

O editor em busca dos detalhes que fizeram a história da FCFS

Durante alguns anos permanecemos aquartelados em sala da Biblioteca Pública Estadual. A missão: vasculhar todo o material que desse respaldo às histórias de entidades, clubes, dirigentes, atletas… Assim aconteceu com a edição do livro 85 anos de bola, em 1996, e Remando nas águas da história, em 2002. Agora é o futebol de salao o foco da atenção, e o “tarefeiro” entrou em ação. Pelo sucesso do primeiro lançamento, optou-se por adotar o mesmo planejamento gráfico e fotográfico, porém, em papel de qualidade superior, observndo-se a tecnologia atual. Estava elaborado o “presente”para a Federação Catarinense de Futebol de Salão – FCFS nos seus 50 anos de fundação. No entanto, o trabalho de pesquisa que fluiu com o futebol e teve seguimento com o remo não oferecia as mesmas facilidades. O “paredão” inicial logo se apresentou… Por omissão ou motivos outros, a entidade não mantinha seu arquivo em dia. As súmulas e outros documentos oficiais haviam sido extraviados.

O “tarefeiro” voltou à rotina. Com a conclusão da etapa a listagem de algumas equipes e resultados de jogos permaneciam desconhecidos. Partir para a revisão dos textos, poderia ser a solução. Talvez um descuido pudesse ter ocorrido, comprometendo o ritmo da pesquisa.

Diagnsticada eficácia do trabalho comprovou-se que a falta daqueles detalhes era fruto d própria “fonte”.

Como o enfrentamento do insucesso, fomos “beber água” em outra fonte: as Ligas. Cartas, telefonemas, as armas usadas, por;ém, o fracasso foi quase total. A importância que representavam aqueles pequenos detalhes não chegou a despertar em seus responsáveis o  mínimo interesse de colaboraçãoo. O que é de se lamentar!

A “bola da vez” passou aos clubes. Outro “paredão”.

Fracasso acumulado! A batalha, agora com dirigentes, atletas, torcedores, poderia enveradar por outro caminho. Em resumo, seria a última tentativa. A receptividade foi muito boa, mas o tempo tornou-se o grande algoz. Sobravam dúvidas nas narrativas. Quem jogou? Onde? Quando? Era demais…

Mesmo assim, alcançamos êxito, fechando algumas “janelinhas”. E ficou por aí! Lamentando as dificuculdades intransponíveis. A tônica é vivenciar hoje, uma história de gala, definida em três episódios: a data que marca o Jubileu de Ouro, a conquista da primeira posição no “ranking” nacional e o lançamento do livro.

Assim, aquelas emoções conquistadas nas quadras e que permanecem amortecidas naa lembrança de todos nós, acreditem, podem ser revividas no manusear destas páginas.

O convite está feito, juntamente com o pedido de indulgência… O fator maior é que, a partir de hje, a Federação Catarinense de Futebol de Salão tem, fundamentada, a sua própria história para contar.

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