Uma palavra de despedida, apenas: emoções

Publicado em: 23/09/2012

As crianças morreram porque cresceram. Já disse isso…? Desculpa! “Aos minutos damos muito pouco valor”. Naquilo que seja – ou se nos parece – duradouro, prestamos mais atenção. Um erro que já se tornou comum, tão comum que se não pode separar de nossa própria natureza. Costumamos duvidar das emoções dos primeiros minutos, embora eles não possam constituir a base de toda uma vida. Esta história é uma dessas. “Comum, mas pouco banal”. É a história de alguns minutos, mas decisivos… De vidas que se cruzaram, formaram novas vidas e as quais deixaram passar para se perderem no todo-o-sempre. (Continua na próxima semana).

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