Uma palavra de despedida, apenas: rosas

Publicado em: 17/02/2013

A sogra “curtindo um ódio antigo”. A mulher sem saber como foi traída tão miseravelmente. Ele não conta o porquê. Um dia, tudo será esclarecido. Mesmo que seja tarde demais. Se escrever demais, a dor será maior. Não façamos nosso personagem sofrer ainda mais. Um fôlego só, para o restante. As estórias nunca terminam e ele nem sabe se agüentará até o final do capítulo. – Meu tempo é pouco, muito pouco. Não posso ficar contando em detalhes tudo aquilo que você quer e precisa saber… Naquela mesma manhã… AS ROSAS EXISTEM…?

– Onde a vida me levou?

Para quem, agora, os restos de sonhos? Os olhos vermelhos, para quem olhar e ver a dor e a alma – assustada – a tremer… ?

Para quem as rosas…? As rosas existem! As rosas existem, sim!

Existem, as rosas!

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