A Morte de Crispim Mira

Publicado em: 30/06/2008

 Os alunos do curso de Jornalismo pela Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina, Clésio Fermiano Júnior e Liliane Ribeiro e Ribeiro, vão apresentar no próxima quinta-feira (O3/07), às 19h30, no auditório da instituição, um documentário inédito no Estado sobre a vida e morte do jornalista Crispim Mira.

Por Clésio Fermiano

 O personagem morreu no dia 5 de março de 1927, depois de 16 dias internado no Hospital de Caridade, em Florianópolis, com uma bala alojada entre a primeira e terceira vértebras.

O motivo da violência foi uma série de artigos publicados no jornal fundado por ele, o Folha Nova, que denunciava a ineficiência do Porto de Florianópolis e o nepotismo no órgão. Segundo testemunhas, quatro pessoas invadiram a redação do jornal e consumaram o atentado. Crispim Mira foi o primeiro jornalista assassinado em Santa Catarina.

A produção conta com a participação de historiadores, filósofos, jornalistas, escritores além de um médico legista, um advogado criminalista e parentes dos acusados e de Crispim Mira. Os formandos fizeram uma simulação do crime com ajuda de colegas do curso e componentes da Cia. de Teatro Vanguarda de Florianópolis.

O documentário, produzido como trabalho de conclusão de curso, tem duração de 30 minutos e será avaliado por uma banca composta pelos professores da Estácio Fábio Messa, Regina Zandomênico e Silvia Coneglian, orientadoras do trabalho, e pela correspondente da Rede Globo em Santa Catarina, Kíria Meurer.

1 responder
  1. otavio mira brandão says:

    À respeito da obra, não posso me manifestar, pois não conheço. Porem, como neto por parte de mãe do consagrado jornalista,apesar de apreciar as homenagens feitas a ele, me causou estranheza, o fato de não haver sido comunicado ou procurado durante todo o trabalho de pesquisa,documentário, homenagens, publicação das obras e outros,considerando o fato de crispim mira ter tido esposa(minha avó),olindina mendonça mira,que em nenhum momento foi citada, alem de 4 filhos,delorme(minha mãe),paulo.claudio e rosa amelia, todos falecidos, sendo eu,portanto e minha irmã, os descendentes mais próximos,embora , possam, eventualmente,haver parentes distantes e bm distantes, no estado de santa catarina que hajam se manifestado, se procurados foram. Quanto aos parentes dos acusados,resta acrescentar que serviram apenas de subsídio para pesquisas,uma vez, que, na realidade,o herói, a vítima e o motivo principal dessas homenagens foi meu avô e não, seus algozes. Assim sendo, só me resta solicitar informações e explicações mais detalhadas sobre tudo que foi feito, já, que por direito,me cabe receber tal reinvidicação e acrescentar detalhes que não chegaram a ser esclarecidos, atraves de informações que possuo. Aguardo uma pronta resposta.

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