Convêrgência é o caminho?

Publicado em: 21/08/2010

O Wall Street Journal, diário norte-americano “considerado o mais bem sucedido modelo de negócios no meio jornal hoje nos EUA” (M&M on line, 08/2010), anunciou o número superior a dois milhões de assinantes. Durante palestra da ANJ (Associação Nacional de Jornais), realizada no Rio de Janeiro, o diretor de redação do jornal afirmou que o responsável pelo crescimento de assinantes são os pacotes de assinaturas conjuntas de conteúdo qualificado distribuído no formato impresso, on line, via móbile, iPad ou Kindle.
Nessa perspectiva, esse mesmo modelo de integração das plataformas de distribuição de conteúdo vem sendo adotado pelo rádio, ainda de forma modesta e sem gerar novas receitas. A Rede CBN, por exemplo, emissora de rádio no formato all news, já disponibiliza seu conteúdo de forma diversificada. Seus ouvintes, além de poder ouvir a rádio no computador ou celular, também podem acessar as informações noticiadas na rádio na página da emissora na internet, com texto e imagem; ouvir trechos de programas e entrevistas que já foram ao ar, ou, podem inscrever-se “gratuitamente” no site, selecionar o conteúdo desejado e passar a receber as informações em lettering pelo celular ou e-mail e podcasting.
Para o meio jornal, como no exemplo citado, a utilização das novas plataformas agregou valor de imagem e contribuiu para ampliar a receita. Mas como esse mecanismo se desenvolverá no veículo rádio? E como seria, se o rádio em vez do formato notícia e com foco nas classes AB, fosse musical e popular?

Bette Fernandes
Twitter @bette_fernandes

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